Porque às vezes, é só disso que a gente precisa: de um empurrãozinho que parece um vestido bonito.
Ela estava cansada. E não era só do trabalho ou da rotina — era dela mesma. Do armário lotado que ela não queria abrir. Das roupas que pareciam dizer 'não combina mais com você'.
Até que veio ele. Um vestido que, à primeira vista, ela quase devolveu pro cabide. “Não sou eu”, pensou.
Mas o espelho insistiu. Ela olhou de novo. E, de algum jeito sutil, ele acendeu uma faísca:
“Não sou eu… ainda. Mas talvez eu queira ser.”
Aqui, a gente sempre fala sobre moda com sentido. E essa história já chegou em tantas clientes que decidiram provar algo diferente — não só em estilo, mas nelas mesmas.
Esse vestido tem aquele tecido que escorrega pela pele como se dissesse: "relaxa, deixa que eu seguro sua autoestima hoje". É fluido, confortável, e o tipo de peça que você veste quando não quer pensar muito, mas ainda assim quer ser notada — por fora ou por dentro.
Ele funciona com tênis num brunch, com salto num barzinho, com cara lavada ou batom vermelho. Funciona especialmente quando nada mais parece funcionar no dia.
Esse vestido não salvou a vida de ninguém. Mas fez várias mulheres se reencontrarem.
Porque se vestir bem, às vezes, é só uma forma prática de se lembrar quem você é. E quem você nunca deixou de ser.
Não é moda. É memória. É toque. É o primeiro passo de novo.
Lá no nosso Instagram, a @brunnamel mostrou como ela se sentiu com esse vestido — o antes e depois da expressão dela já diz tudo.
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